domingo, 17 de novembro de 2013

teamLabBody 3D human anatomy app #DigInfo

Aplicativo 3D reúne arquivos de articulações digitalizados durante 10 anos

Aplicativo 3D reúne arquivos de articulações digitalizados durante 10 anos O sistema teamLabBody permite analisar todos os movimentos, além das ligações dos músculos, veias, artérias e nervos com os ossos.
Um novo aplicativo 3D do corpo humano reúne informações, recolhidas durante mais de 10 anos, sobre as articulações e movimentos de pessoas vivas, permitindo visualizar as partes do corpo humano de todos os ângulos possíveis. "Os dados sobre as articulações e movimentos de pessoas vivas foram digitalizados. As partes podem ser aumentadas para que os movimentos possam ser estudados em detalhe considerável, afirma o professor Kazuomi Sugamoto, do Departamento de Ortopedia da Universidade de Osaka ( Japão), onde foi desenvolvido o aplicativo." O sistema chamado teamLabBody ainda permite analisar as ligações dos músculos, veias, artérias e nervos com os ossos. Com um simples toque no canto superior direito da tela, o sistema entra em modo de esqueleto, onde podem ser vistos todos os movimentos do esqueleto humano. Atualmente, o aplicativo suporta Japonês e Inglês e está disponível para compra através da App Store e Google Play. "Este aplicativo já foi introduzido em hospitais, apoiando as explicações dos médicos para receber o consentimento informado do paciente. Com ele, os profissionais podem explicar que parte do corpo está envolvida, como os músculos e os nervos são conectados a ela, e por que os sintomas estão ocorrendo,"completa o pesquisador. Sistema chamado teamLabBody permite analisar as ligações dos músculos, veias, artérias e nervos com os ossos. Sistema chamado teamLabBody permite analisar as ligações dos músculos, veias, artérias e nervos com os ossos. Um novo aplicativo 3D do corpo humano reúne informações, recolhidas durante mais de 10 anos, sobre as articulações e movimentos de pessoas vivas, permitindo visualizar as partes do corpo humano de todos os ângulos possíveis. "Os dados sobre as articulações e movimentos de pessoas vivas foram digitalizados. As partes podem ser aumentadas para que os movimentos possam ser estudados em detalhe considerável, afirma o professor Kazuomi Sugamoto, do Departamento de Ortopedia da Universidade de Osaka ( Japão), onde foi desenvolvido o aplicativo." O sistema chamado teamLabBody ainda permite analisar as ligações dos músculos, veias, artérias e nervos com os ossos. Com um simples toque no canto superior direito da tela, o sistema entra em modo de esqueleto, onde podem ser vistos todos os movimentos do esqueleto humano. Atualmente, o aplicativo suporta Japonês e Inglês e está disponível para compra através da App Store e Google Play. "Este aplicativo já foi introduzido em hospitais, apoiando as explicações dos médicos para receber o consentimento informado do paciente. Com ele, os profissionais podem explicar que parte do corpo está envolvida, como os músculos e os nervos são conectados a ela, e por que os sintomas estão ocorrendo,"completa o pesquisador. Fonte: Isaude.ne

Estudo indica novos caminhos que podem até reverter o diabetes tipos 2

Estudo indica novos caminhos que podem até reverter o diabetes tipos 2 Pesquisadores afirmam que regulação normal da glicose depende da relação entre sistema do cérebro e as ilhotas do pâncreas.
Uma revisão de estudo realizada em três universidades americanas e uma alemã, reafirma a tese de que o cérebro desempenha um papel-chave na regulação da glicose e no desenvolvimento do diabetes tipo 2. Equipes das Universidades de Washington, Cincinnati e Michigan, e a Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, apresentaram evidências de que um sistema centralizado no cérebro pode reduzir o açúcar no sangue, ou glicose através da insulina e de mecanismos que não usam insulina. Eles propõem que a regulação normal da glicose depende de "interações altamente coordenadas" entre esse sistema do cérebro e as ilhotas produtoras de insulina no pâncreas. Se esta concepção estiver correta, poderia dar início a novas abordagens para prevenir e tratar a diabetes tipo 2, talvez até mesmo revertê-la, dizem os pesquisadores. A diabetes tipo 2 desenvolve-se quando o corpo não produz suficiente insulina ou as células do organismo que não reagem à insulina (conhecido como resistência à insulina), levando os níveis de açúcar no sangue se tornarem muito elevados (hiperglicemia). Neste estudo, os pesquisadores observaram que cerca de um século atrás, os cientistas acreditavam que o cérebro desempenhava um papel importante em manter a glicose sob controle. Mas, desde a descoberta da insulina, em 1920, quase todos os tratamentos para a diabetes são concebidas no sentido de aumentar a insulina ou aumentar a sensibilidade do organismo aos hormônios de regulação da glicose. O novo enfoque sugere que a regulação normal de glicose depende de uma parceria entre as células produtoras de insulina (células das ilhotas) do pâncreas e circuitos-chave do hipotálamo, além de outras áreas do cérebro. Os autores argumentam que a diabetes do tipo 2 é o resultado de uma falha tanto do sistema de células do pâncreas como deste sistema centralizado no cérebro. Estudos com animais e humanos mostram que sistema de regulação do cérebro tem um poderoso efeito sobre os níveis de açúcar no sangue independentes da insulina. Este mecanismo cerebral usa um processo chamado de "eficácia de glicose" para promover a absorção de glicose nos tecidos. Este processo é responsável por quase metade do consumo normal da glicose. O modelo proposto agora usa os dois sistemas. As ilhotas pancreáticas reagem ao aumento de glicose no sangue pela liberação de insulina, ao mesmo tempo que o sistema cerebral aumenta o metabolismo da glicose insulino-dependente. De acordo com a investigação, o sistema cerebral tem maior probabilidade falhar, pressionando o sistema do pâncreas, que pode compensar a falha do outro sistema por algum tempo, mas acaba perdendo sua capacidade de manter os níveis adequados, causando ainda mais descompensação no sistema cerebral. O resultado é um ciclo vicioso de deterioração que termina no diabetes tipo 2. Fonte: Isaude.net