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terça-feira, 31 de maio de 2011
1º ENCONTRO DE TÉCNICOS EM RADIOLOGIA DE ALAGOINHAS
1º ENCONTRO DE TÉCNICOS EM RADIOLOGIA DE ALAGOINHAS
DATA: 09/07/2011
O PROFISSIONAL DAS TÉCNICAS RADIOLÓGICAS E SUA IMPORTÂNCIA PARA A
SOCIEDADE. Profª. Maria Socorro ( Diretora)
RELACIONAMENTO INTERPESSOAL X O PROFISSIONAL DAS TÉCNICAS
RADIOLÓGICAS. Consultora Deyse Santiago
A RADIOLOGIA ASSOCIADA À UNIDADE EMERGENCIAL. Dr.Luiz Marques
AS DIRETRIZES DA PROTEÇÃO RADIOLÓGICA. TR Joselina Cerqueira
IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO ANATÔMICO PELO PROFISSIONAL DE
DIAGNOSTICO EM IMAGEM. Dra. Adriana Varjão
MICROBIOTA ASSOCIADA AO CHASSI DO RAIO-X EM PACIENTE DE ISOLAMENTO.
TR Romildo Santos ( Biomédico)
A IMPORTÂNCIA DAS LINHAS NO POSICIONAMENTO DO PACIENTE.
TR Profª. Valmira Souza
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E SUAS APLICAÇÕES NO DIAGNOSTICO DO
ABDÔMEN. TR Elizeu Mendes
O PROFISSIONAL DAS TÉCNICAS RADIOLÓGICAS COMO COLABORADOR NO SUPORTE BÁSICO DA VIDA. Enfª. Engracia Figueiredo
A HUMANIZAÇÃO COMO POLÍTICA NO PROCESSO DE TRABALHO DOS
PROFISSIONAIS EM RADIOLOGIA. Dr. Gustavo Guerra
CARGA HORARIA DE 8:00h
INVESTIMENTO R$ 20,00
INSCRIÇÕES NA ESCOLA CETASS
CONTATO: (75) 3421-5106 / 3423-0977
e-mail:escola.cetas@hotmail.com / lucarlosan@hotmail.com
Endereço do Local do evento:
Pc Barão do Rio Branco ( Antigo Colégio Jurilda Santana)
Ao lado do antigo SENAI
Alagoinhas - BA
Inscrições na escola CETASS
Investimento
R$ 20,00
CETASS – Centro Tecnológico de Aprendizagem Sião Santana
1º ENCONTRO DE TÉCNICOS EM RADIOLOGIA DE ALAGOINHAS
Tema: O profissional das técnicas radiológicas...E seu compromisso com a vida.
Mensagem da Comissão Organizadora
No dia 09 de julho de 2011 acontecerá o 1º Encontro de Técnicos em Radiologia.
Qualidade profissional e compromisso com a vida, são a tônica que marcarão o evento dos profissionais das técnicas radiológicas .
O Centro Tecnológico de Aprendizagem Sião Santana, com dependências totalmente reestruturadas e modernizadas,sediará esse importante encontro.
Nele teremos um ambiente propício para o aprimoramento técnico-científico com o intercâmbio de conhecimentos.
O evento contará com o brilhantismo de grandes profissionais médicos ,bem como de professores das técnicas radiológicas, de Alagoinhas e região com elevadíssimo conhecimento radiológico.
A direção da escola CETASS e a comissão organizadora se desdobrará em esforços para superar as suas expectativas e fazer desse, o que será um evento inesquecível.
Um grande abraço e aguardamos você e sua equipe.
Comissão Organizadora.
Um abraço, Luiz Santana.
http://tecradiologiasantana.blogspot.com
"Meu interesse está no futuro porque
é lá que vou passar o resto da minha vida."
Utilização da Terminologia Anatômica
Utilização da Terminologia Anatômica
crânioSabemos que a área da saúde apresenta uma linguagem própria. Pessoas que escutam profissionais da área conversando não compreendem nada. Alguns amigos relatam que conversamos em código, para que o paciente não saiba o que se passa. Claro, são comentários leigos. Nossa terminologia possui embasamento secular. Foi padronizada, permitindo a comunicação clara entre profissionais de diversas partes do mundo. A base da linguagem empregada ao corpo humano está na Anatomia. Uma disciplina básica do currículo da saúde estuda por todos os profissionais que decidiram se embrenhar na área . Entretanto, percebemos que a resistência na utilização da terminologia oficial é grande. Muitos profissionais não se atualizam. Os motivos para isso são muitos, como: falta de tempo, falta de informação, comodismo ou até mesmo “sempre me fiz assim, porque mudar? o termo correto é apenas um detalhe!”. Bem amigos, acho oportuno dizer que profissionais se diferenciam dos demais por detalhes. Ou melhor, aproveitarei para relembrar uma passagem triste “Perdemos o jogo para Holanda por detalhes”. Detalhes são fundamentais, nos diferenciam no mercado extremamente competitivo. Por isso resolvi postar esse assunto, e levá-los a uma reflexão maior sobre isso.Muitos clínicos utilizam os consagrados e epônimos. Nomes próprios empregados para denominar estruturas do corpo humano. Conhecemos diversos, não apenas os profissionais da saúde, mas em geral. Quem nunca ouviu: “Estou com dor no meu tendão de Aquiles!”.
Alguns são extremamente conhecidos, outros, entretanto, são conhecidos apenas por seus especialistas: Anel de Zinn, Canal de Hunter, Ducto de Wirsung e Círculo de Willis. São alguns termos muito utilizados por especialistas.
Atualmente, no ensino da Anatomia, os epônimos ficaram de lado, devido à uma determinação do Comitê Internacional de Nomenclatura Anatômica, em 1955, proibindo a utilização dos epônimos na nomenclatura macroscópica.
A proibição dos epônimos facilitou a comunicação. Uma estrutura anatômica as vezes tinha diversos epônimos relacionados. Mas, a proibição enfraqueceu a tradição histórica ou a busca por cultura. Vou citar o exemplo do tendão de “Aquiles”.
Aquiles foi um guerreiro, personagem forte na guerra de Tróia. Sua mãe a ninfa Tetis tentou torná-lo imortal. Levou Aquiles para o rio Estige (um dos rios de Hades, o rio da imortalidade). Mas, Tetis mergulhou o Aquiles segurando-o pelo calcanhar, e essa área não entrou em contato com o rio, tornando-se o ponto fraco de Aquiles.
A utilização de epônimos valoriza o histórico, ou premiava o descobridor e descritor da estrutura anatômica. A argumentação forte que retirou os epônimos foi à imprecisão científica. Vejam o termo: Trompa de Eustachio, não quer dizer nada! Não é informativo, descritivo, é muito mais adequado utilizar tuba auditiva, que pelo nome nos dá idéia de sua localização.
A terminologia prioriza termos que indicam forma, localização e posição, facilitando sua memorização e aplicação.
Bom se esse foi o único problema. É certo que muitos profissionais utilizam os epônimos e não vão parar de utilizar. O problema se agrava quando o termo anatômico é utilizado de maneira incorreta.
Na Radiologia é muito comum essa máxima: “Vamos realizar agora cortes axiais”. O termo axial vem de axis, do latim eixo. Todos os cortes são realizados sobre um eixo. O corte sagital é realizado sob o eixo transversal. O corte frontal (coronal) é realizado sob o eixo sagital. O corte horizontal (transversal) é realizado sob o eixo longitudinal. Portanto, todos os cortes são axiais!
Outros termos, detalhes, como diriam os meus alunos são: vértebras dorsais. Alguns relatam: “professor a coluna dorsal da paciente estava um terror!”. Vamos analisar terminologicamente essa frase.
O aluno se referiu à coluna vertebral. Frequentemente profissionais utilizarem: coluna cervical, coluna torácica e coluna lombar. Terminologicamente, coluna vertebral nós só temos uma, dividida em partes. Relatar coluna cervical, torácica e lombar, nos passa a impressão de termos três colunas e não uma. O correto é partes cervical, torácica e lombar da coluna vertebral.
Continuamos a análise, pois o pior está por vir. O aluno referiu coluna DORSAL. Utilizou o termo dorsal como sinônimo de torácico. O dorso é a região posterior do tronco, sua parte óssea é a coluna vertebral. Portanto, todas as vértebras estão no dorso, sendo assim, todas as vértebras são dorsais. Esse termo não pode ser utilizado como sinônimo.
Os exemplos não param por ai. São muitos, como: abdômen (o correto pela terminologia é abdome), grandes lábios (certo: lábios maiores, com o adjetivo depois do substantivo), bacia como sinônimo de pelve ou utilizar o termo quadril. Quadril se restringe a articulação entre a cabeça do fêmur e o acetábulo, e a pelve a região inferior do tronco, formada pelos ossos do quadril, sacro e cóccix.
Não vou me estender mais, o assunto seria longo demais. Vou indicar duas literaturas para vocês que buscam um diferencial pesquisarem:
- Fernandes, G.J.M. Eponímia: glossários de termos epônimos em anatomia e Etimologia: dicionário etimológico da nomenclatura anatômica.1ªed. Plêiade:SP, 1999.
- Terminologia Anatômica. SBA – Sociedade Brasileira de Anatomia. Manole:SP, 2001.
Pesquisem, reflitam, questionem. Utilizem o detalhe como diferencial.
Fonte: Portal da Radiologia
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Recentemente aprovada pelo FDA (órgão governamental que regula remédios, procedimentos, equipamentos e alimentos nos Estados Unidos), a mamografia tomográfica — ou tomossíntese — é capaz de aumentar ainda mais a detecção precoce do câncer de mama, em relação à mamografia digital.
No Brasil, o exame vem sendo realizado há um ano, porém ainda em poucos centros de diagnóstico. O primeiro equipamento instalado na América do Sul já permitiu que a avaliação dos resultados dos 818 exames realizados entre maio e dezembro de 2010 fosse apresentada pelo médico radiologista Aron Belfer no Congresso Europeu de Radiologia, em Viena (Áustria). Segundo o resultado, houve um aumento de 12% na detecção da doença.
“Um dos grandes avanços para a detecção precoce do câncer de mama, aliado à mamografia digital, é a mamografia tomográfica. Ela é muito semelhante à mamografia convencional e é feita no mesmo tipo de mamógrafo, fazendo com que a mama permaneça comprimida por mais alguns segundos e fornecendo então essas imagens tomográficas”, diz Belfer.
De acordo com a doutora Vivian Schivartche, especialista no diagnóstico da mama, alguns estudos apontam que a mamografia por tomossíntese detecta entre 7% e 17% mais câncer de mama que a mamografia convencional. Na opinião da médica, a vantagem dessa nova técnica é que ela possibilita enxergar o câncer numa fase muito precoce e em mamas densas e heterogêneas, que são difíceis para a mamografia convencional.
“Diagnosticar precocemente significa tumores menores de um centímetro. Na mamografia tradicional, dependendo da densidade da mama, essa detecção não é tão precoce assim. Para a paciente, a detecção precoce é a coisa mais importante que se procura obter, porque significa uma cirurgia menor, um prognóstico melhor e uma sobrevida maior”, explica a radiologista.
Importante evolução para as mulheres
Nos Estados Unidos, há mais de dez anos a mamografia digital passou a substituir a mamografia tradicional, realizada com filmes de raio-X. Hoje, mais de 70% das clínicas de diagnóstico por imagem já adotaram a tecnologia naquele país. No Brasil, a mamografia digital pode ser encontrada nos centros de diagnóstico mais importantes do país.
Se a imagem digital é mais nítida, facilitando a detecção precoce do câncer de mama, a tomossíntese representa um avanço ainda mais relevante para a saúde feminina e permite ver o câncer de uma forma nunca antes possível com a mamografia de rotina. O exame leva poucos segundos mais que a mamografia 2D. Assim como na mamografia convencional, a mama é comprimida entre duas partes do aparelho. Mas, ao invés de serem geradas duas imagens, são geradas 15 — num arco de 15 graus.
“Na mamografia tomográfica, como a gente vê os planos em separado, não há a superposição de estruturas da glândula mamária. Já nas mamografias convencionais essa superposição cria imagens falsas, que exigem radiografias complementares para esclarecimento. Na avaliação apresentada em Viena, houve redução de 39% da necessidade de imagens adicionais. Para a paciente, isso significa menos estresse e ansiedade, menos radiação e menos incômodo. Afinal, evita-se que a paciente tenha de retornar ao serviço de radiologia para fazer mais imagens”, diz Aron Belfer.
Fonte: CONTER
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