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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Quebra da barreira do som pode fazer surgir gás interestelar
Filamentos de gases cósmicos são verdadeiros 'berçários' de estrelas.
Pela primeira vez, astrônomos conseguiram medir seus tamanhos.
Os (belos) filamentos de gás vistos em nuvens entre estrelas podem ser causados pelo rompimento da barreira do som quando esses astros explodem, sugere um estudo feito na Agência Espacial Europeia (ESA) no Observatório Espacial Herschel.
Esses gases já tinham sido detectados por telescópios infravermelhos antes e os cientistas sabiam as partes mais densas deles são um verdadeiro “berçário de estrelas”. Mas eles nunca tiveram suas dimensões medidas antes. A nova observação mostra que embora o comprimento e a densidade dos filamentos varie, sua largura é sempre a mesma – o que pode ser um sinal do rompimento da barreira do som quando ocorre uma explosão estelar.
FONTE: G1
sábado, 25 de dezembro de 2010
Família neandertal canibalizada é encontrada em caverna na Espanha
Família neandertal canibalizada é encontrada em caverna na Espanha
Segundo pesquisadores, ossos encontrados em caverna indicam que indivíduos foram mortos e comidos por outros neandertais.
Arqueólogos descobriram os restos de uma possível família de 12 neandertais que foram mortos há 49 mil anos numa caverna da região de Astúrias, no norte da Espanha.
Segundo os pesquisadores, marcas nos ossos mostram sinais de atividade canibal, indicando que os indivíduos encontrados foram comidos por outros neandertais.
Detalhes da descoberta foram publicados na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
Apesar de os fragmentos de ossos de seis adultos e seis crianças terem sido encontrados dentro da caverna, os arqueólogos acreditam que eles viviam e foram mortos na superfície, mas que teriam sido envolvidos pela caverna após um desabamento.
Fragmentos de ossos foram encontrados em caverna das AstúriasFragmentos de ossos foram encontrados em caverna das Astúrias (Foto: Divulgação )
'Todos eles mostram sinais de canibalismo. Eles têm marcas de cortes em vários ossos, incluindo os crânios e as mandíbulas', disse o arqueólogo Carles Lalueza-Fox, do Instituto de Biologia Evolucionária de Barcelona, que coordenou o estudo.
'Os ossos longos foram fragmentados para tirar o tutano, então todos os sinais de canibalismo que foram descritos em outros locais de neandertais estão presentes nesses indivíduos', afirmou.
Família
A conclusão de que o grupo era uma família vem da análise do DNA mitocondrial, o material genético encontrado nas células animais passado pela linhagem feminina.
Os dados genéticos sugerem que enquanto os três adultos do sexo masculino no grupo tinham a mesma linhagem materna, as três mulheres do grupo tinham origens maternas diferentes.
Segundo os pesquisadores, isso mostraria que pelo menos nesta família de neandertais, as mulheres vieram de fora do grupo, enquanto que os homens permaneceram no grupo familiar ao chegar à idade adulta.
Esse modelo do que é chamado 'patrilocalidade' é comumente visto em algumas culturas modernas, observa Lalueza-Fox, com os homens permanecendo na casa da família após o casamento com uma mulher de outro grupo.
Fonte:BBC
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Descoberta sanguessuga que vive em narinas humanas na Amazônia
Descoberta sanguessuga que vive
em narinas humanas na Amazônia
Exemplar foi achado em menina peruana; espécie existiria há 200 mil anos.
Cientistas anunciaram a descoberta de uma nova espécie de sanguessuga que tem a tendência de viver em narinas humanas.
Segundo os pesquisadores, ela pode entrar nos orifícios do corpo de pessoas e animais e aderir às membranas mucosas.
Eles deram à nova espécie o nome de Tyrannobdella rex, que significa "sanguessuga rainha tirana".
A criatura, que vive em áreas remotas do alto Amazonas, foi descoberta em 2007, no Peru, quando uma espécie foi retirada do nariz de uma menina que tinha se banhado em um rio.
Renzo Arauco-Brown, da Escola de Medicina da Universidade Cayetano Heredia, em Lima, extraiu a sanguessuga do nariz da garota e enviou a amostra para um zoólogo nos Estados Unidos.
Mark Siddall, do Museu Americano de História Natural, em Nova York, reconheceu rapidamente que se tratava de uma nova espécie. Segundo ele, a criatura tinha algumas características muito incomuns, como uma única mandíbula, oito dentes grandes e genitália minúscula.
A líder do estudo, Anna Phillips, uma universitária ligada ao museu, disse: "Nós achamos que a Tyrannobdella rex é parente próximo de outra sanguessuga que entra na boca de gado no México."
Uma análise de DNA revelou também uma "relação evolucionária" entre sanguessugas que vivem em regiões distantes. Isso sugere a existência de um ancestral comum, que pode ter vivido quando os continentes estavam unidos em uma única extensão de terra chamada Pangaea.
Siddall explicou: "As espécies mais antigas dessa família de sanguessugas compartilhavam a Terra com os dinossauros, há cerca de 200 milhões de anos."
"Alguns ancestrais do nosso T. rex podem ter vivido no nariz de outro T. rex", afirmou, em uma referência o dinossauro Tiranossauro rex.
A pesquisa foi divulgada na revista científica online "PLoS One".
Os cientistas acreditam que podem existir até 10 mil espécies de sanguessuga. Já foram descobertas entre 600 e 700.
Fonte: G1 Ciência e Saúde
Lagarto de duas cabeças


Lagarto de duas cabeças é encontrado na Austrália, diz jornal
Bicho tem seis patas e consegue comer com as duas bocas.
O problema é que a cabeça maior tende a atacar a menor.
Um lagarto da espécie shingleback (Tiliqua rugosa) com duas cabeças foi resgatado na cidade de Coogee, nas proximidades de Sidney, na Austrália. A informação foi publicada nesta quinta-feira (22) pelo site do jornal "Metro" do Reino Unido.
O réptil, cuja espécie é conhecida por ter o rabo curto, foi encontrado por funcionários de um parque especializado em répteis e já ganhou uma moradia permanente no local.
Segundo o jornal, o lagarto não tem apenas duas cabeças, mas também um par de pernas ao lado de cada cabeça, e ainda é capaz de comer com as duas bocas.
O lado negativo de ter duas cabeças é que é difícil se mover. Além disso, a cabeça maior tende a atacar a menor, informa o "Metro".
Do G1, em São Paulo
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